Sábado, 06 de Fevereiro de 2010

 

Em tempo de ponderação desta minha caminhada de muitos versos, é urgente separar o trigo do joio. Dizia o grande poeta espanhol António Machado, andaluz de Sevilha, que o caminho se faz caminhando. Ciente desta grande verdade, não será republicável muito do publiquei, exactamente porque o caminho de hoje é diferente do caminho de ontem. O caminho, sempre em construção, exige outras alternativas, algumas derivadas de alternativas antigas, outras encontradas na transformação dos tempos e dos modos do ser e do estar.
Com «A instante nudez», 2005, iniciei a segunda fase de uma perspectiva editorial. Seguiu-se-lhe «Da humana condição», 2008, e, em 2009, «Do Mar e de Nós» e «O meu cancioneiro». «O Alentejo não tem sombra...» aguarda publicação.
Pretendo, agora, construir «Esta lira de mim!...», repescando, inclusive, alguns textos antigos, estes depois de submetidos ao meu olhar do presente.

Paralelamente, prossegue a aventura inciada em 2002 com «Nós Poesia». Também a colaboração em antologias, iniciada em «Poetas Alentejanos do Século XX», de 1984, será sempre uma possibilidade.
José-Augusto de Carvalho

Viana*Évora*Portugal


publicado por Do-verbo às 03:14
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