Sexta-feira, 22 de Abril de 2011


 
 
Deixa assentar o pó.
Foi só um torvelinho,
um torvelinho só,
perturbando o caminho.
 
É vulgar, numa estrada,
algo de estranho haver.
Mas, quando vamos ver,
vemos que não é nada.
 
São os rebates falsos
dos traumas ancestrais
inventado percalços.
 
Fantasmas que passais,
os nossos pés descalços
não param nunca mais!
 
 
José-Augusto de Carvalho
6 de Setembro de 2001.
Viana*Évora*Portugal


publicado por Do-verbo às 10:05
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