Quinta-feira, 27 de Outubro de 2011
 
Guardei no bolso a amargura
que me coube nas partilhas.
 
Bebi, com raiva convulsa,
uma lágrima teimosa
e fugi como um maltês
acossado p'los rafeiros...

Fugiu comigo a mentira
da terra que se diz minha.
 
 
 
José-Augusto de Carvalho
In arestas vivas

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publicado por Do-verbo às 14:41
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