Quarta-feira, 15 de Dezembro de 2010
 
 *
Saudade, Mãe, que saudade
do teu regaço-meu ninho!
Eu fui, na tua verdade,
vertigem doutro caminho...

*
De olor e cor, fui a flor
mais linda do teu jardim...
Nem o génio de um pintor
criou uma flor assim...
***
Só na fragrância
do  meu altar de saudade
a minha infância
vive na tua verdade…

*
Ousando a Vida,
hoje, sozinho, caminho,
sem a guarida
já perdida do meu ninho.
*
*
José-Augusto de Carvalho
25 de Junho de 2006.
Viana do Alentejo * Évora * Portugal
Música de Maria Luísa Serpa


publicado por Do-verbo às 07:06
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