Domingo, 22 de Janeiro de 2012

 

 
Media as encruzilhadas
dos caminhos já rasgados
nas solidões assombradas
da imensidão dos montados.
*
Na noite dos arvoredos,
as sombras mal entrevistas
eram furtivos segredos
de ousados contrabandistas.
*
Sob a noite, me escondia,
cavalgando à revelia
as leis impostas na Ibéria…
*
Vivi sem onde nem quando,
tecendo no contrabando
um açaimo prà miséria…
*
 
José-Augusto de Carvalho
Lisboa, 1 de Novembro de 2011.


publicado por Do-verbo às 15:17
Registo de mim através de textos em verso e prosa.
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