Quarta-feira, 25 de Maio de 2011

 

 

 

Nada tenho a temer.
Eu sei ler nas estrelas
os caminhos do fim...
Que as torturas a haver
não me percam de mim
se tiver de sofrê-las...
Se perdido de vez,
num sem rumo à deriva,
que a resposta ao apelo
de ansiedade e porquês
seja a dor sempre viva
de morrer a perdê-lo...
 Sei ganhar e perder,
 nada tenho a temer...
 
 
José-Augusto de Carvalho
1 de fevereiro de 2005.
Viana * Évora * Portugal
 
 
***
 
 La mia Strada
 
José-Augusto de Carvalho
Versão em italiano de Eliude Santana
 
 
 
Non ho niente da temere
Io so leggere nelle stelle
Le strade della fine…
Che le torture che io possa avere
Non se perdano da me
Se le dovrò subirne…
Se del tutto me perdo
Senza destino alla deriva,
che la risposta all’appello
d’ansietà e dei ‘perché’
che sia il dolore sempre vivo
di morire in perderlo…
So vincere e perdere,
Non ho niente da temere…
 
 
 
***
 
Mis Caminos
 
José-Augusto de Carvalho
Versão em espanhol: Alberto Peyrano
 
 
Nada debo temer.
Sé ver en las estrellas
los caminos del fin...
Si torturas ha de haber
no me saquen de mí
por padecerlas
Si me pierdo alguna vez,
sin rumbo, a la deriva,
que la respuesta al apelo
de ansiedades y porqués
sea el dolor llama viva
por morir al perderlo...
Sé ganar y perder,
nada debo temer...
 
 ***
Nada sobrevém ao homem que ele não possa suportar


publicado por Do-verbo às 16:21
Registo de mim através de textos em verso e prosa.
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