Segunda-feira, 05 de Julho de 2010

 

 

 

De espanto vestida,

vestida de espanto,

tu és a medida

dos versos que eu canto.

 

Em sonho esculpida,

celeste o teu manto,

deste à minha vida

êxtases de encanto.

 

No tempo perjuro,

de inceteza e dor,

que jaz no monturo,

 

tu és chama e cor

abrindo ao futuro

teu regaço em flor.

 

 

José-Augusto de Carvalho

Viana*Évora*Portugal

In «vivo e desnudo», 1996

Editorial Escritor, Lisboa



publicado por Do-verbo às 00:00
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