Terça-feira, 22 de Junho de 2010

 

PÓRTICO MANUELINO DA
IGREJA MATRIZ DE VIANA DO ALENTEJO
FOTO INTERNET
 
 
 
Aqui estou.
Não pedi para vir.
Nascer não depende da nossa vontade.
Porque nasci, reclamo que me respeitem.
É o mínimo que se deve a um ser vivo.
Quisera ser de todos irmão.
Até dos que me recusassem.
Vivo e desnudo nesta aventura existencial,
a riqueza que tenho para dar é fraternidade.
Oxalá me seja retribuída.
Escrevo para partilhar todas as ansiedades
e todas as angústias existenciais
do barro amassado donde provimos.
Este cantinho acolherá todas as opiniões.
Todas, desde que respeitem escrupulosamente os princípios aqui enunciados.
Considero-me um cidadão do mundo.
A minha família é a Humanidade.
A minha questão primeira é registar, publicamente,
para que conste,
seja onde seja,
e para o bem e para o mal,
que a pluralidade de todas as singularidades
é o objectivo supremo do homem que se deseja Homem.
Enquanto o mundo for mundo.
Assim seja!
 
 

José-Augusto de Carvalho

Viana*Évora*Portugal

 
 


publicado por Do-verbo às 14:44
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