Sexta-feira, 22 de Abril de 2011

 

 

Não sou muito nem pouco, acredita.
Sou, apenas e só, o que sou,
 a viagem aflita e finita
em que vou.
 
Não sou fogo nem água, nem ar.
E não voo e não nado e não ardo.
Talvez silvo de um dardo
que, sem alvo, perdeu o objectivo.
Ou talvez o sonhar
que está vivo
e receia acordar.
 
 
 
José-Augusto de Carvalho
7 de Setembro de 2001.
Viana*Évora*Portugal


publicado por Do-verbo às 09:58
Registo de mim através de textos em verso e prosa.
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