Sexta-feira, 12 de Abril de 2013
 

 

 
Ponto
Nos versos desta cantiga
quisera a mesma emoção
que existe em qualquer espiga:
vida com sabor a pão.
 
Alto
Outono, terra lavrada!
 
Coro
Benditas primeiras águas!
Na sementeira adiada
só medram angústia e mágoas.
 
Alto
Só medram angústia e mágoas
 
Coro
na sementeira adiada...
Benditas primeiras águas!
Outono, terra lavrada!
 
 
Ponto
Planuras desalentadas.
Perdido Maio maduro...
Nas terras abandonadas,
que presente, que futuro?
 
 
José-Augusto de Carvalho
Lisboa, 10 de Abril de 2013


publicado por Do-verbo às 13:27
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