Quinta-feira, 13 de Setembro de 2012

O Cabo Não dobrámos com denodo.
E nele levantámos o padrão,
memória do querer dum povo todo
que a medos e renúncias disse não.

O Cabo Bojador também dobrámos!
E fomos, com Pessoa, além da dor!
E foi de dor em dor que tanto ousámos
até que o mar impôs o Adamastor!...

O Cabo das Tormentas era o medo
maior, o nunca visto nem sonhado!
O Capitão do Fim, olhando o Medo,
gritou: ou morro aqui ou és dobrado!

Agora, falta o Cabo da Desgraça!
E agora? Agora, a gente ou morre ou passa!

José-Augusto de Carvalho
Lisboa, 13 de Setembro de 2012.


publicado por Do-verbo às 21:26
Caro Amigo
Peço imensa desculpa de só agora responder mas tive um problemas com o meu pc e estive impossibilitada de aceder aos emails.
Claro que farei com gosto a substituição e é uma forma também de ir à blogosfera, vontade que há muito me assiste mas que a falta de tempo tem evitado.
Espero que não se importe que partilhe o Tempos do Verbo numa página que criei "O Clube dos Poetas Vivos" no Facebook que já conta com mais de 7 200 membros.
A Poesia é o meu respirar...
Um abraço e um excelente e poético Domingo


Esta foi a responta que dei, hoje, ao seu simpático email.. Por motivos que desconheço o email para o qual respondo dá erro e não o consigo enviar. :(
Menina Marota a 7 de Outubro de 2012 às 12:04

Boa tarde, estimada Amiga!
Pois é, estou com problemas desde o passado dia 3.
A minha gratidão.
Até sempre!
J-A
Do-verbo a 8 de Outubro de 2012 às 19:43

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