Sexta-feira, 22 de Julho de 2011

 

Trabalhador rural do Alentejo
Óleo de Dórdio Gomes, pintor alentejano
 
 
 
Em nome do pai,
em nome da mãe,
em nome da terra que me viu nascer,
eu canto os matizes incertos dos dias.
 
Em nome do pai,
em nome da mãe,
em nome da terra que me viu nascer,
recuso o meu canto
ao nada parido nas noites da insónia.
 
Em nome do pai,
em nome da mãe,
em nome da terra que me viu nascer,
Sempre o que não sou
releva o que sou.
 
 
 
José-Augusto de Carvalho
Lisboa, 20 de Julho de 2011.


publicado por Do-verbo às 03:49
Registo de mim através de textos em verso e prosa.
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