Sábado, 16 de Julho de 2011



Perdoa-lhes, Senhor! Não sabem o que fazem...
 
E a súplica fixou a essência da mensagem!
 
E séculos depois, persiste esta viagem,
 
Enquanto a denegri-la os neros se comprazem.
 
 
 
O verbo floresceu por tempos, por espaços,
 
e pétalas de luz juncaram as estradas,
 
guiando, passo a passo, as árduas caminhadas,
 
suadas de esperança, anseios e cansaços.
 
 
 
No fértil chão da fé, medrou a boa nova.
 
A chama do perdão, sagrado no martírio,
 
A lucilar no altar da vida, como um círio,
 
Trazia da verdade a derradeira prova.
 
 
 
Nos pântanos do fel, ainda as aras de ira
 
Incensam o estertor da idólatra mentira...
 
 
 
 
 
José-Augusto de Carvalho
 
Lisboa, 12 de Julho de 2011.


publicado por Do-verbo às 07:30
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